Quarta-feira, Junho 28, 2006

Irra!!!

É aquela sensação, estamos quase de férias, vamos mas é desbundar.
Mas ainda não estamos, ainda não vamos.
Argh!

Domingo, Junho 25, 2006

Ah! Finalmente um Domingo sem Nada para Fazer.

Isto não é vida para mim, além do mais já nem estou habituado a este ritmo (lento).
Definitivamente passar o dia em casa de pijama está a pôr-me nervoso, acho que vou....

Quinta-feira, Junho 22, 2006

Mas qué isto?!

Não era suposto a Psicologia ser uma ciência que nos ajudava a resolver os nossos problemas?!
Então devia ser proíbido os professores mandarem fazer trabalhos nesse âmbito.
Assim corro sérios riscos de ficar demente, é que os trabalhos de Psicologia não me ajudam nada a andar feliz e muito menos têm contribuído em prol da minha saúde.

Segunda-feira, Junho 12, 2006

Introdução á Pintura em Construção Civíl.


Aula número 1:
Pintura de muro de alvenaria, rebocado à costa de colher (também conhecido como reboco alentejano).
Em primeiro lugar há que começar bem cedo (pela fresca), "qu'é pá parede não puxar muito pl'a tinta". Ora então cedo é quê? 8h da manhã? Não! Nada disso. 6h da manhã para abrir a pestana.
Ok não se pode dar parte de fraco. É para lá tar às 6h? Tá bem. É boa hora.
1ª de mão, leva uma tinta mais aguada, a 15-20% de diluição feita com água, os contornos são feitos com a trincha, o resto vai pintado a rolo.
Passadas 6 horas "tá dada" a 1ª de mão e uma volta ao estômago que isto de trabalhar este tempo todo logo da parte da manhã dá cá uma larica.
Almoço 1 horita para repôr os níveis de glicémia e aguentar o vai e vem dos braços na parte da tarde, para a 2ª de mão.
Depois de almoço tudo pronto para atacar os muros já brancos, em resultado da investida matinal.
Desta feita a tinta não leva diluição e é tipo "aborrachada" (a da 1ª de mão é um género de primário que prepara o muro para receber as demãos seguintes).
Pois é seis horas depois e a 2ª de mão tá dada.
A ter em conta: os murros rebocados à costa de colher são tramdos de pintar devido às irregularidades, a tinta diluída com água salpica comó raio, a tinta aborrachada e sem diluição custa a sair das mãos que é uma coisa séria e a "bucha" deve ser comida com recurso a uns guardanapitos para não ficar a saber a tinta.

Quinta-feira, Junho 08, 2006

Super Fantastic!

Ainda me lembro bem da primeira vez que tocaram por cá, foi já há dois anos e no festival que pelo seu ambiente mais me seduz. Foi no Sudoeste que os Franz Ferdinand se estrearam entre nós e na altura eram muito desconhecidos, ainda nem banda revelação eram. Estive lá com o Paulinho (que claro já conhecia) e ficámos com a idéia de que "estes gajos são mesmo bons" "gandas músicas" "sempre a abrir".
Pois é, num ano de Sudoeste com bandas fraquitas, os FF fizeram levantar o pó que até aí não se tinha visto, mesmo sem saberem cantar as músicas as pessoas fartaram-se de dançar, foi uma grande surpresa, mas a música deles era contagiante. Nesse ano tocaram o reportório todo (só tinham o primeiro albúm) e no encore repetiram algumas das músicas mais trauteadas.
Um ano depois, já eram a banda revelação nos tops, passavam na MTV e não na MTV2 e estavam novamente em Portugal para dar um concerto próprio.
A expectativa era grande "isto vai ser só curtir", afinal toda a gente ia lá para os ver a eles.
De facto a banda esteve muito bem, muito mais à vontade em palco, novas músicas ainda não editadas, tocaram muito e não esgotaram o reportório (desta vez já contavam com algumas do último CD). Mas neste Lisboa Sounds o público ficou muito na expectativa, toda a gente cantarolava umas partes das letras, mas saltar, dançar e divertir-se à grande só uns poucos entusiastas.
Gostei bastante neste concerto, da apresentação que o Kaprano fez da banda, discurso inspiradíssimo, muito, muito fixe.
Ok e assim estávamos de concertos de Franz Ferdinand.
Entretanto compreir o DVD e vi alguns concertos deles no estrangeiro e pensei, "hiiii, eles nunca mais cá vêm", as proporções e as recepções que eles tinham nos concertos em qualquer parte do mundo, desde os Estados Unidos ao Japão eram brutais e cá tinha sido sempre tudo muito morno.
Contudo, ao fim de dois anos aí está FF no SBSR, nem estava bem a ver como é que ia ser, só pensava "se isto não fôr em grande só me resta ir ao In the Park".
Mas eis que ontem se deu a p... da loucura, tava um grande ambiente toda a gente sabia as letras e cantava, tudo saltava, tava tudo doido.
Resultado, tou rouco, cansado mas valeu muito a pena, desta vez os Fantastic 4 (agora 5) devem ter ficado com boa impressão de Portugal e deram um encore fantástico, o pormenor da bateria tocada a 3 foi brilhante e toda a gente ficou no final com a sensação de se ter divertido à grande, eu pelo menos fiquei.